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Mostrando postagens de Março, 2021

Estado de Intimidação, com Conrado Hübner Mendes – #74

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  Descrição do episódio Este #ForadaPolíticaNãoháSalvação celebra um ano de vida do canal e do podcast. Neste episódio a discussão é sobre o Estado de Intimidação que o bolsonarismo tenta implantar no país, utilizando a estrutura institucional do governo (Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia Geral da União) para intimidar críticos do governo. O convidado para esta conversa é Conrado Hübner Mendes, professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da USP, pesquisador do LAUT (Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo) - https://laut.org.br. #Democracia #Autoritarismo #LiberdadedeExpressão #LeideSegurançaNacional #Bolsonarismo Escute no Spotify Assista no YouTube

Um ano de #ForadaPolíticaNãoháSalvação

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O #ForadaPolíticaNãoháSalvação completa um ano de vida com mais de 12 mil seguidores e 72 episódios, no YouTube e nos podcasts. E neste sábado cedinho tem mais!

A Firme Popularidade dos Populistas, com Ednaldo Ribeiro - #73

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  Este #ForadaPolíticaNãoháSalvação tenta compreender o porquê de líderes populistas, como Bolsonaro, manterem um patamar elevado de apoiadores, mesmo quando seus governos produzem desastres. Ao mesmo tempo que muitos detestam tais governantes, outros os veneram – ou, pelo menos, apoiam-nos. Para discutir esse assunto, convidamos o cientista politico Ednaldo Ribeiro, professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR). #Populismo #Bolsonarismo #Polarização #Plebiscitarismo #Popularidade #LiderançaPolítica Assista ao vídeo no YouTube. Ouça no podcast.

Sobre apostas, filhos e ministros; publicado originalmente no Valor Econômico

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Sobre apostas, filhos e ministros (Coluna publicada no Valor Econômico  em 17.03.2021) Troca na Saúde é último blefe de Bolsonaro, que faz política não como investidor racional, mas como jogador inveterado Jair Bolsonaro parece tomar novas atitudes em relação à pandemia, em reação a eventos incômodos decorrentes de suas próprias escolhas anteriores. A mais importante é a própria condução da política sanitária, se é que pode ser chamada assim. Não é muito fácil compreender a lógica das decisões de Bolsonaro para lidar com tal problema. Racionalmente faria sentido investir desde o início em medidas de contenção do contágio e, depois disso, na vacinação, assegurando o mais rapidamente possível a chamada “imunidade de rebanho”, permitindo a retomada da vida normal e, com ela, da economia.  Bolsonaro, porém, não é um investidor, mas um apostador. Por isso optou desde o princípio por sabotar as medidas de isolamento social, repudiar as vacinas e apostar na promoção de medicamentos sem eficác