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Mostrando postagens com o rótulo Partidos Políticos

Ingenuidade é inaceitável para políticos profissionais. Cinismo e covardia talvez sejam - Artigo no blog do #FPNS na CartaCapital

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Meu artigo no blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site de CartaCapital . Para ler, clique na imagem. Foto: Pedro França - Agência Senado

Lula & Alckmin, com Maria do Socorro Braga & Carlos Ranulfo Melo | #111

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Com a corrida para as eleições de 2022 a toda, aumentam as movimentações dos pré-candidatos e as especulações sobre o que vem por aí. Um dos elementos novos é a possibilidade de uma chapa Lula-Alckmin para a disputa presidencial. Com isso, os ex-adversários se tornariam aliados, dando um colorido inesperado às alianças eleitorais. Para Lula e o PT, a aproximação com Alckmin significa uma clara inflexão ao centro e uma demonstração de moderação política – afastando a ideia dos "dois extremos". Para Alckmin é uma oportunidade de retomar papel importante na política nacional após a dolorida derrota de 2018, quando ficou apenas no quarto lugar e obteve menos de 5% dos votos – o pior desempenho de um candidato tucano na história.  Essa movimentação, contudo, é apenas a face mais vistosa de uma agitada movimentação partidária, inclusive rumo à constituição de Federações de Partidos. Para analisar todo esse cenário, o #ForadaPolíticaNãoháSalvação  recebe dois cientistas políticos de

A disputa na direita, com Lúcio Rennó | #110

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No intervalo de duas semanas, Sérgio Moro foi lançado pré-candidato à presidência pelo Podemos, o PSDB realizou suas prévias, definindo João Dória como seu postulante, e Jair Bolsonaro se filiou ao PL de Valdemar Costa Neto – além da bem menos ruidosa filiação de Rodrigo Pacheco ao PSD. Desse modo,  a direita política sacramentava quatro novos concorrentes à chefia de governo em 2022. Não são candidatos demais ? A candidatura de Rodrigo Pacheco não parece ser para valer, ao menos quanto às suas chances reais de embolar a disputa. Assim, as atenções se voltam para os outros postulantes, com destaque para a polarização entre Sérgio Moro e Jair Bolsonaro, ex-aliados. O presidente extremista e o ex-juiz justiceiro disputam entre si não apenas a liderança no campo direitista, mas também o protagonismo da condição de principal postulante anti-Lula – que por ora lidera todas as pesquisas de intenção de voto. João Dória, bem mais atrás nas pesquisas, corre por fora. Como compreender a natureza

O que será do PSDB? Com Soraia Marcelino Vieira | #109

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Em meio às suas prévias para definir o pré-candidato presidencial do partido, o PSDB vive uma grave crise. Em vez de unificar a agremiação, a disputa interna produz seu esfacelamento. Duros ataques pessoais, acusações de fraude e, como se não bastasse, dificuldades técnicas que impediram que as prévias ocorressem na data prevista, produzindo um vexame. O PSDB, que já foi um dos dois principais partidos do país, seja no governo, seja liderando a oposição, parece ingressar em seu ocaso. Diante da tentativa do governador de São Paulo, João Dória, de se apropriar da agremiação, as prévias foram organizadas como uma reação daqueles que não desejam se vergar a seu domínio. Contudo, isso funcionará? Ou simplesmente produzirá um insuperável cisma interno, que pode levar à defecção de alas do partido, ou à cristianização de seu candidato presidencial? E o PSDB de hoje, em que medida se afastou do partido original, fundado ainda durante a Constituinte, por lideranças que tiveram papel de protago

O autoritarismo da Lava Jato vai às urnas | artigo no blog do #FPNS na CartaCapital

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Meu artigo no blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital , tratando da entrada (agora diretamente) de membros da Lava Jato na política eleitoral. #LavaJato #políticabrasileira #conjunturapolítica #corrupção #eleições2022 #partidospolíticos #blog #análisepolítica #judiciário #ministériopúblico Leia aqui

Eleições: de olho em 2022, com Lara Mesquita e Débora Thomé | #102

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  Mal terminou 2021 e todas as atenções se voltam para 2022 - ou melhor, para as eleições que ocorrerão nesse ano. Um presidente mal avaliado, mas que resistentemente mantém um apoio por volta de um quarto do eleitorado; novas regras eleitorais aprovadas às vésperas do prazo limite; incentivos a candidaturas femininas e de pessoas negras; articulações em torno de uma candidatura de "terceira via" entre Lula e Bolsonaro. Que perspectivas esse cenário nos dá? Para discutir esse tema as convidadas deste episódio são as cientistas políticas Lara Mesquita, pesquisadora do CEPESP FGV e Débora Thomé, pesquisadora do LabGen da UFF. As músicas deste episódio são "Malandragem" de Quincas Moreira e "Ella Vater" dos The Mini Vandals. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação na CartaCapital. #Eleições #Eleições2022 #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #PartidosPolíticos #Gênero

A Alemanha pós-Merkel, com Bruno Speck | #101

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Após 16 anos como chanceler, Angela Merkel decide deixar o cargo de primeira-ministra e não disputar as eleições. Com isto, abre-se a sua sucessão. Nas concorridas eleições de setembro de 2021, o Partido Social Democrata (SPD) conseguiu a primeira colocação, mas por uma diferença muito pequena em relação aos Democratas Cristãos (CDU/CSU). Ambos obtiveram cerca de um quarto das cadeiras no parlamento, insuficiente para a formação de um novo governo. Assim, tornou-se indispensável a construção de uma coalizão, como de costume. Contudo, desta vez, por conta da fragmentação partidária, não seriam possíveis coalizões de apenas dois partidos, sendo necessário compor a aliança com três sócios. Social Democratas ou Democratas Cristãos, dessa forma, terão de se aliar a Verdes e Liberais – ou quem sabe, reeditar as Grandes Coalizões entre SPD e CDU/CSU. Não bastasse tal complexidade, os partidos localizados nos polos mais extremos do espectro ideológico alemão (AfD na extrema-direita, Die Linke